Afinal, eu sei que você quer saber ;)


Engraçado como tudo acontece né?? Eu vivia fazendo propaganda pra Faculdade Pitágoras de graça!! Tinha muita consideração com a Rede, tinham respeito por ela… Há algumas semanas, tudo veio abaixo quando aconteceu a fusão da IUNI.

Querem reduzir nossa carga horária, reduzir o salários dos professores, mas não querem baixar o preço da mensalidade. Haverá aulas à distância, digamos. Como assim? Vai ser uma aula por dia, por uma hora e meia. Professores serão demitidos, se houver feriado na segunda, a aula nao será reposta. Se tiver prova na outra semana? Queriam que pagássemos mais por isso. Estudo à distância não precisa de professor, portanto, nao precisamos pagar por esse recurso.

Já fiz um troféu joinha aqui sobre minha decepção com o Pitágoras, por sua falta de consideração por mim. Aliás, hoje, não só por mim.

Um blog foi criado a partir do momento em que souberam que haveria mudanças em todas as redes. Chama-se Falsidade Pitágoras, onde todos os alunos da Rede podem mandar e-mails e mostrar sua indignação com os fatos!!

Ontem, dia 19/05, houve manifestação no campus de Divinópolis, onde estudo. Apesar de termos informação, a mudança vai nos preujudicar, e preujudicar mais ainda quem está formando este ano.

Pior que isso, são os diretores nos fazendo de cobaia e nos comparando com produtos, como o Senhor Sandro Bonassi fez. Comparou os alunos com venda de sabão em pó.

Incrível é que o Cláudio, nosso “Diretor” disse que eles tem ações na bolsa de valores e que eles tem bilhões. Se tem bilhões, porque não investir nos professores, em material de laboratório, computadores BONS!, filmadoras e camêras fotográficas pra área de comunicação, estúdios. Até reforma da faculdade. Com a chuva ontem, havia goteira em cima de cada carteira da minha sala! pinganimim

Usaram apitos, gritos de guerra do tipo “pqp, é a pior faculdade do Brasil!” e a melhor “SAI PRA FORA!!”VOU SAIR PRA DENTRO!! , usaram todos os extintores de Engenharia e Enfermagem, além dos que ficam do lado de fora (área da cantina). Soltaram foguetes e bombas, o que não era necessário. Queima de camisas da faculdade, e quando nao queimava direito, colocavam álcool. Porém, não houve brigas e ninguém saiu machucado. São as informações que tenho e tudo que vi.

Após tudo isso, o caríssimo diretor resolveu parar de rir na porta e nos atender. Fomos para o auditório e ouvimos o que ele queria dizer e ele nos ouviu. Vaias e cartazes do tipo “pizza de Bacon!” ” $ ” “Capiltágoras” e outros que não consegui ver🙂

Todas as perguntas feitas referente à diminuição da mensalidade, ele fazia rodeios e acabava não respondendo e fazendo propaganda da Faculdade. Filmei TUDO!

Mandaram a imprensa embora, e chamar outras não iria adiantar, pois a maioria é patrocinada pela Rede Pitágoras. Eles não quererm perder a ajudinha né??

E pra fechar, o vídeo; e dizer que O QUE ELES QUEREM É LUCRAR, E SE ISSO CONTINUAR, NAO SEI O QUE VAI ACONTECER. ´

” A faculdade pode funcionar sem cantina, sem biblioteca, sem funcionários, mas sem alunos não funciona!!!!”

 

Comentários em: "Falsidade Pitágoras – Cuidado onde entra! (troféu joinha)" (4)

  1. Estou surpresa “em partes”.
    Quando estudei na instituição,muito pouco se ouva falar do novo sistema,é pelo que você descreve,a situação está pessima…
    Parabéns,promova sim,o que puder fazer esse circulo vicioso precisa acabar,a imprensa não pode ser abafada.

    Resumindo:
    A educação no Brasil está uma merda!

    VOU DIVULGAR MUITO ESTE BLOG.

  2. […] This post was mentioned on Twitter by Geiziane Com uma sen and Yvinin Lacerda, Thiago El Azzi. Thiago El Azzi said: Olha aí outro blog falando mal da #FakePitagoras: http://bit.ly/9UFML3 […]

  3. Renato Fonseca disse:

    CARTA-DENÚNCIA CONTRA O ASSASSINATO DA FACULDADE BRASILEIRA DE CIÊNCIAS JURÍDICAS (SUESC), ENGEDRADA PELO GRUPO KROTON-PITÁGORAS
    A poucas semanas de completar noventa e sete anos de fundação, a Faculdade Brasileira de Ciências Jurídicas, a FBCJ, mantida pela SUESC, situada no coração da cidade do Rio de Janeiro e uma das mais antigas instituições de ensino superior do Brasil, atravessa a maior crise de sua longeva história, marcada por professores notáveis e brilhantes alunos que hoje ocupam cargos em algumas das maiores empresas brasileiras, assim como na magistratura, na vida pública e civil, afora inúmeros segmentos da sociedade. É de conhecimento público que a instituição foi descredenciada pelo Ministério da Educação e Cultura devido à insuficiência demonstrada nas avaliações educacionais a que foi submetida. Contudo, é muito importante frisar que o atual descalabro que hoje atinge a funcionários, professores e alunos da quase centenária casa não é fruto de longa agonia; ao contrário do que se possa imaginar, acontecimentos recentes conduziram à atual situação: uma instituição impedida de oferecer acesso a novos alunos e com seus dias contados.
    Todos os acontecimentos estão ligados à aquisição da SUESC feita pelo grupo Kroton-Pitágoras, vulgo “educacional”, em 2007, uma vez que fica cada vez mais claro que o referido grupo adquirente não teve o menor compromisso com os pilares básicos que, no mínimo, devem ser erguidos para o bom funcionamento de uma instituição de terceiro grau, sem contar as suspeitas de que, contrariando a Constituição, o negócio que envolveu a venda da SUESC possa ter sido ilegal por envolver capital transnacional. Simultaneamente, em outras sucursais, o grupo Kroton-Pitágoras possui notórios problemas de natureza relacional, tais como os ocorridos em sua sede em Belo Horizonte mês passado, culminando com a violenta atitude policial contra alunos que protestavam – pacificamente – contra a redução da grade de horário escolar e o aumento das mensalidades, medidas estas típicas dos que vêem o ensino como um negócio e que, como tal, prioriza o lucro. No caso, às favas com quaisquer escrúpulos ou crises de consciência contra milhares de estudantes que, muitas vezes, são oriundos de famílias humildes e, por conta disso, pagam os custos mensais com enorme dificuldade – papel este que a SUESC , principalmente pela a FBCJ, se notabilizou nas últimas décadas: o de ser uma entidade educacional acessível aos mais pobres que, por alguma razão, não obtiveram vaga em instituições públicas de ensino superior.
    Em vez dos itens descritos fantástica e fantasiosamente no site da instituição, http://www.web.suesc.com.br, o que passou a acontecer nas últimas temporadas na SUESC foi uma verdadeira destruição da FBCJ, através da demissão massiva, sumária e injustificada, de funcionários e professores. As “chamadas” de marketing, fazendo alusão a uma “nova faculdade”, eram tão somente propaganda capaz de enganar massas de manobra: a decadência educacional, o abandono de projetos científicos e de iniciativa dos alunos e a tentativa torpe de fazer da FBCJ um “cursão”, em oposição aos princípios básicos do ensino superior, tornaram-se cada vez mais evidentes para os olhares mais atentos, infelizmente, de poucos. Não é possível determinar uma causa clara como única ou mais, mas tudo leva a crer que o objetivo era mesmo o de “quebrar” a instituição, talvez por fatores relativos à vultosa soma de mais de trinta e um milhões de reais que o grupo Kroton-Pitágoras, teoricamente, empenhou na compra da SUESC. Basicamente, quem ficou trabalhando passou a ter mais trabalho sem aumento da remuneração. As mensalidades foram elevadas sem que se investisse na qualidade de ensino e tecnologia; pelo contrário, propagando a degradação através de atos de desorganização, confusão e oposição a práticas de evolução acadêmica. O fato é que, aos poucos, o que restou de noventa e sete anos de dedicação e luta foi sendo dizimado violentamente, só encontrando oposição dentro das salas de aulas, através da abnegação de professores honrados como Elian Araújo, Henrique, Claudio Alberto, Maria José, Adriana e pela lembrança de outros estranhamente expulsos como Pedro Simonard e Paulo Cosme, até que veio o golpe final: empurrada ladeira abaixo por seus próprios “mantenedores” (na verdade, um grupo disposto a lucrar com a destruição paulatina da SUESC), a FBCJ alcançou o declínio máximo com o descredenciamento do MEC, o que a impede de ter novos alunos e praticamente é uma condenação ao fechamento.
    O que poderia se esperar de um grupo que administrasse uma instituição com pendências em relação a determinações do MEC? Ações imediatas de reorganização dos métodos de ensino e uma completa reforma nos maus atos cometidos desde 2007. Mas, em nenhum momento, este parece ser o objetivo do Kroton-Pitágoras: a impressão que se tem é a de que interessa fazer com que a FBCJ seja extinta para que uma “nova faculdade” seja criada. Ou seja, a “lavagem” da instituição. O processo de descredenciamento correu à revelia da alta direção e não se tem clareza sobre que medidas foram tomadas para se questionar o ato, ou mesmo mudar a postura da instituição para que a FBCJ e a SUESC pudessem, à custa de muito trabalho, voltar aos seus melhores dias. A impressão é a que se deixa o barco com buraco navegar no raso, até que tome o rumo do oceano e afunde, enquanto o tesouro está bem guardado no cais.
    A situação é tão caótica nas últimas semanas que, ao contrário do que se poderia imaginar, a reação esperada – e lógica – do Diretório Central dos Estudantes seria a de defender uma intervenção imediata e absoluta do MEC, para que isso assegurasse os direitos adquiridos dos próprios alunos, mais professores e funcionários e impedisse o prosseguimento de mais ações danosas do grupo Kroton-Pitágoras à instituição. O resultado: uma manifestação (pífia) de apoio aos atuais representantes do KP na casa, num exotismo que só pode ser explicado por ignorância completa ou interesses escusos provenientes do DCE.
    Um sem-número de homens bem-sucedidos nas vidas carioca, fluminense e brasileira sentou nas carteiras da FBCJ. Juízes, advogados, promotores, magistrados em geral, professores, parlamentares, executivos, funcionários públicos e muitos, muitos homens de bem. Trata-se de uma casa centenária, das mais tradicionais da história do ensino no Brasil. É uma vergonha imperdoável, danosa ao interesse público e mesquinha sob todas as formas, que uma academia de ensino tão importante esteja sendo completamente espatifada por um grupo que, sob o pretexto da causa “educacional”, esteja simplesmente ajustando ativos e passivos – de forma duvidosa – para condená-la à morte por interesses vis, que em nada rimam com as bases do ensino tão defendidas por mestres do Direito como San Thiago Dantas e Hermes Lima.
    Por entendermos que um grupo que se alicerça em capital volátil internacional em nada condiz com a educação no Brasil, além de constituir clara afronta à Constituição, nós, defensores da SUESC, solicitamos, pedimos, imploramos e exigimos:
    INTERVENÇÃO DO MEC NA SUESC JÁ!
    NÃO À PROSTITUIÇÃO DO ENSINO SUPERIOR!
    Obs.: A Constituição veda o anonimato, exceto em caso de defesa da própria vida

  4. nada muda só piora
    vamos enviar estas ifnrmações ao mec
    FACULDADE SUESC ATUAL PITAGORAS ESTÁ COM JUROS ABUSIVOS ESTÃO FAZENDO DE TUDO PARA OS ALUNOS SAIREM DO CURSO DE DIREITO O VALOR MENSAL É DE 408,00 E COM JUROS VAI PARA 850,00 IMPOSSÍVEL PAGAR ISSO NÃO SE PODE MAIS PAGAR COM CARTÕES DE CRÉDITO O QUE FACITAVA AO FAZERMOS PARCELADOS QUERO CONTINUAR MEU CURSO MAIS ESTÁ IMPOSSÍVEL PEÇO AJUDAR QUE O MEC INTERVENHA POR NÓS SÓ QUEREMS NO S GRADUAR COM DIGINIDADE
    rubia.baptista@mec.gov.br

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