Afinal, eu sei que você quer saber ;)

Hoje é dia de…


Hoje é o Dia Mundia do Orgasmo.

Dia 31 de julho é o Dia Internacional do Orgasmo. Criada há oito anos na Inglaterra, a data resultou de uma artimanha de casas de sex shop britânicas. Além de aquecer as vendas, elas buscavam uma discussão maior sobre a sexualidade feminina.

Infelizmente, a data ainda está longe de ser motivo de comemoração entre as mulheres. Segundo a psiquiatra Carmita Abdo, coordenadora do Projeto Sexualidade, da Universidade de São Paulo (USP), cerca de 26% das mulheres brasileiras têm dificuldade em atingir o orgasmo. Um número relativamente alto, se comparado ao percentual de 4% masculino.

Caracterizado como a terceira fase do ciclo de resposta sexual (desejo, excitação, orgasmo e resolução), o orgasmo é o máximo da excitação durante a transa. “O desejo é alcançado por meio das fantasias sexuais e dos órgãos do sentido. A partir de então, esse mesmo desejo cresce e promove uma série de mudanças no corpo. A pessoa fica mais excitada, a face enrubesce e a respiração e o coração aceleram. Todo o corpo participa do processo, caracterizado pela ereção no homem e a lubrificação da vagina na mulher”, explica a médica. Atingido o orgasmo, a pessoa entra na fase da resolução, onde o corpo retorna à condição anterior ao desejo.

Mas e as mulheres que não conseguem atingir o orgasmo? “É importante saber que o desejo sexual é condição fundamental para atingir o orgasmo. Pessoas que têm dificuldades em atingi-lo precisam, em primeiro lugar, procurar entender as razões, que podem ser inúmeras”, afirma a sexóloga Carmen Janssen.

E isso varia de fatores emocionais até doenças físicas. “Quando a mulher sente desejo, mas não consegue atingir o orgasmo, provavelmente, o problema decorre de algum bloqueio emocional. Mas quando a falta do orgasmo vem acompanhado de falta de desejo e de excitação, outros fatores podem ser os responsáveis. Por exemplo, doenças como diabetes, hipertensão, depressão e problemas cardíacos”, conta Carmita.

Importante: cobrar o próprio orgasmo, principalmente durante o ato sexual, é altamente nocivo, pois agrava ainda mais o problema. Quem vai para a cama com essa preocupação martelando na cabeça acaba correndo sério risco de se frustrar ainda mais.

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